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Universidades gaúchas respondem solicitações do NAS Voltar

09 18:18:00/04/2020

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As universidades gaúchas que oferecem cursos de Medicina começaram, neste mês, a responder questionamentos do Simers, por meio do Núcleo Acadêmico (NAS), a respeito da participação dos estudantes nas ações de combate à pandemia da Covid-19, causada pelo novo coronavírus. No oficio encaminhado à direção das 20 universidades do Estado com cursos de Medicina, no dia 25 de março, a entidade médica questionou sobre a realização de treinamento aos estudantes dos 5º e 6º anos para realizar o atendimento, o fornecimento de equipamentos de proteção individual (EPIs), a recuperação das horas de internato perdidas e o impacto na formatura dos alunos. 
Ocorreram retornos da Universidade Franciscana (UFN), de Santa Maria; da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc); da Imed (Passo Fundo), Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) e Universidade Federal do Rio Grande (Furg). A maioria das respostas garante atendimento aos pedidos feitos pelo NAS: a realização dos treinamentos, a entrega dos EPIs, a contagem das horas de internato e a realização das formaturas. No entanto, a UFCSPA indicou que a possibilidade de cômputo das atividades realizadas voluntariamente como atividades do internato será analisada posteriormente e não garantiu que não haverá atrasos nas formaturas. Já a UFPel disse que precisa equacionar uma série de questões para que o estudantes possam realizar estágios obrigatórios em algumas frentes.  No caso da Furg, haverá impacto para os alunos do 5º ano. Outras três universidades – Unijuí (Ijuí), Feevale (Novo Hamburgo) e Unisinos (São Leopoldo) – responderam que não possuem ainda estudantes n o 5º e 6º anos O Simers aguarda, para os próximos dias, o retorno das outras universidades.
Para o Diretor de Projetos Especiais do Simers, Vinícius de Souza, as primeiras respostas das universidades reforçam a preocupação do NAS com os estudantes em um momento tão singular e que terá reflexos na futura carreira na Medicina. “Não existe solução simples para um problema complexo. Estamos vivendo um momento único na história, mas isso não pode ser justificativa para ações que prejudiquem a prática médica. Seguiremos vigilantes, disponíveis e buscando a construção em parceria com as universidades do Estado, como tem sido durante toda nossa gestão”, afirmou.

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